Terça-feira, 2 de Março de 2010

DESAFIO EM CADEIA - ROUND V

 

 

 

 

 

 

Apresentação das Participações ao desafio  CUMPLICIDADE 

 

 

Antes de vos transcrever os textos recebidos para esta 5ª volta do Desafio em Cadeia, queria deixar algumas considerações.

Passou já bastante tempo desde o início de Dezembro quando me coube a mim a responsabilidade de vos desafiar, na próxima volta.

Pela demora desde já vos peço a todos, participantes desta e de todas as rondas, as minhas desculpas.

No entanto, todos nós sabemos que no mês de Dezembro existem outras motivações que se estendem até ao meio de Janeiro, tempo em que finalmente se arrumam todos os vestígios das festas celebradas.

E esse espaço de tempo é igual para a grande maioria das pessoas.

Por essa altura recebi o livro. Depois houve que lê-lo e ele é bem grandinho.

No início da semana do dia dos namorados e anterior ao carnaval, estava pronta para fazer rodar o desafio, mas aí pensei – nesta altura quem lhe vai dar atenção?

Foi assim que só agora aconteceu.

 

Quero agradecer de coração a todos quantos participaram, pois só com a vossa inspiração, me foi possível a mim, dar conta do recado.

Deu-me um enorme, mesmo muito grande, prazer ler e saborear as vossas cumplicidades e também o contacto que com alguns de vós tive.

Faltaram-me aqui alguns nomes que gostaria de ter visto, mas compreendo que cada um tem as suas razões.

Só vos posso acrescentar que sem vocês…”isto não tinha graça nenhuma”.

 

A ordem porque estão apresentados é apenas conforme a sua chegada.

 

Tenho ainda que agradecer…

Hey… que batotice é essa?

Ora pare lá de andar com o cursor para baixo… o melhor mesmo é tirar a mãozinha do rato…

A sério o meu agradecimento é necessário e impõe-se, porque para além de vocês, houve alguém que em trabalho de bastidores me ajudou de uma forma tão empenhada e sem a qual, é possível que eu não tivesse levado a bom porto este desafio. Obrigada Libel. Não tinha qualquer dúvida da tua amizade e mais uma vez mostraste a linda pessoa que és.

 

Isto já vai longo eu sei, mas tenho ainda que me retratar de um erro cometido.

Vão vocês reparar que o texto da Lis se encontra escrito a preto e a azul.

A Lis mandou-me um texto o qual continha uma imagem que no e-mail eu não conseguia abrir. Tive que a contactar para refazermos o seu envio e na precipitação de tudo isto, não me ocorreu que não o poderia aceitar, por não ser um original seu. De novo lhe escrevi dando-lhe conta do sucedido e pedindo que me enviasse um novo.

Foi de vontade da Lis manter o seu inicial trabalho, muito bonito aliás e incluir nele o seu original.

Assim ela participa com uma apresentação especial e outra em pé de igualdade com todas as outras.

As minhas desculpas Lis e espero ter entendido bem o modo como pretendias que o tivesse postado.

 

Nem todos somos iguais, mas tenho que vos dizer. Sei o que é estar desse lado.

Foi muito mais expectante e trouxe-me muito mais ansiedade estar aqui, do lado de cá.

 

Et voilá…

Deliciem-se.

 

Amiga, carinhosa e sensível, conhecida de muitos de nós, chegou dos seus vários blogs,

Sindarin deixou-nos a cumplicidade na amizade, no amor, e nos amores mais sinceros 

que a vida nos oferece

 

CUMPLICIDADE


Foi o meu olhar e o teu quando nos apaixonámos.
É o meu dia-a-dia contigo.
A maneira de tratar e amar aquela amiga especial que se tornou uma irmã.
A minha forma de querer a quase todos. Por os amá-los tanto, quero torná-los cúmplices no carinho, na vida, na forma de partilhar segredos aqui.
É saber que Deus existe.
Acreditar Nele quando todos os factos científicos me dizem que não passa de algo que o homem inventou. Não sei se aqui não será mais teimosia...
Mas gosto de acreditar que alguém comunga comigo, interior e exteriormente, em tudo o que faço, digo e sou. Mesmo que torça o nariz e desaprove, quando metade ou menos, é disparate. Ele é assim como um pai que desaprova mas perdoa. Então sim! Sempre é cumplicidade.
É a forma como o mar se envolve em mim e me lava toda a desilusão quando entro nele.
É a lua que só ela é conhecedora dos meus mais íntimos segredos.
São as minhas filhas! Que fazem de mim uma igual e saímos por aí levando tudo à nossa frente porque não há limites, na sintonia que sentimos, no amor que nos une. Naquilo que sei delas e elas sabem de mim.
É basicamente apesar de uma constante dúvida e uma enorme procura do sentido de estar na vida, dou conta que a cumplicidade é maior, pondo sempre de lado e mais longe a hipótese de terminar.
É o amor imenso que me liga a quem me deu a vida. Os meus primeiros amores. Os que me ouviram as dores, me limparam as lágrimas e fizeram de mim isto aqui. Os meus pais.
Cumplicidade é o elo que existe, entre amor, felicidade, consciência e paz.

Sindarin

 

 Alegre e afável com aquela pronúncia especial, da nobre e distinta La Maison d'Ávila 

 chega a cumplicidade em forma de poesia, em sorrisos suaves e gestos leves

 assinada pela pena de Regina d'Ávila 

 

Ter confiança e se entregar

Secreta igualdade

De eterno despertar

Carinho e lealdade

 

Ser um do outro

Ser amiga e companheira.

 

Bastando um só olhar

Com toda reciprocidade.

Sem quase nada precisar

Apenas a sinceridade

Um gesto...um sorriso

O tom de voz a delatar.

Uma sintonia no ar.

 

Ser a parte que completa

Ser dois corações em um só

 

Dois amantes a sonhar

Com total afinidade

E se tudo isso se somar

É cumplicidade.

Pode apostar.

 

Regina d’Ávila.

 

E por breves Instantes... a cumplicidade numa mistura de cores se fundiu e nos

envolveu numa luz suave trazida num doce raio-de-luar

 

O Amor é uma complexa tela pintada de muitas cores.
Há a cor amizade, a cor confiança, a cor carinho, a cor compreensão, a cor harmonia, a cor diálogo, a cor paixão... cores que se misturam, criam nuances, novos tons, únicos na sua combinação.
Há ainda as cores mais escuras e frias, que também dão a sua pincelada. A cor ciúme, a cor desconfiança, a cor insegurança, a cor desarmonia, a cor mal-entendido, a cor mentira.
É o pincel que vai decidindo com que cores pinta, os tons que mistura, os que predominam... e esse pincel é a cumplicidade! Cumplicidade no silêncio de um olhar, nas palavras trocadas e subentendidas, na confiança incondicional e inabalável.
Para se ser cúmplice, tem de se confiar cegamente, tem haver uma entrega total e mútua de um ao outro. Seja no amor, na amizade, nas relações familiares... a cumplicidade é um bem precioso e raro, não está ao alcance de qualquer um. Exige dedicação, confiança, crescimento mútuo...
Cumplicidade são aos mãos entrelaçadas, no silêncio do olhar, na confusão da multidão.

raio-de-luar

 

E aqui http://nuvemdoce.blogs.sapo.pt  talvez numa mistura de dúvida e receio

Renata - nuvemdoce - diz-nos que a cumplicidade não é pensada mas sentida

 

 

CUMPLICIDADE


Cumplicidade, palavra tão ambígua,
Mas com um significado tão especial e tão profundo...
Que nos coloca dúvidas, a cada momento,
A cada palavra dita, a cada pensamento!

É como se a cada momento,
A nossa alma e o nosso coração  fossem invadidos sem permissão...
As nossas barreiras fossem ultrapassadas,
Os nossos pensamentos arrebatados sem explicação...

Como conseguimos, não sei...
Não é pensado, mas sim sentido,
Tão espontaneamente...
Tão repentinamente...
Tão estranhamente...
Tão simplesmente...
A cumplicidade ocorre a cada momento, a cada segundo, a cada instante!

Ocorre de forma tão especial,
Que trás consigo o medo, medo de sentir...
Medo de entrar num mundo de ilusão, sem qualquer relação com a realidade...
E que faz com que tenhamos medo de falar, pois sentimos...
Sentimos que o outro também poderá estar a pensar!

Pensar naquilo que era só nosso,
Que só fazia parte de nós,
Que ele não conhecia, que era segredo...
E que com a cumplicidade passa a fazer parte dos dois!

E isso trás riscos, riscos esses que são elevados
Quando a cumplicidade é tal que conheces o outro,
Sabes como ele pensa, como ele sente, como ele vive!
Mas não vale a pena pensar!
A cumplicidade não se pensa, sente-se!
Pois, quando tu achares que sim eu acho que sim também!
Quando tu tiveres certezas eu também as terei!!


Renata
nuvemdoce

 

De gomos sumarentos e uma cor irresistível, que lhe dá um ar moderno e brincalhão, 

mostra-nos uma cumplicidade como só ela sabe, ser doce como a  tangerina

 

 

A maneira que o meu marido tem de me dizer...amo-te.
Hoje quando estava prestes a sair de casa para o trabalho e fui ter com ele para lhe dar um beijo de até logo...ele
Colocou as suas mãos nos meus ombros, ficou a olhar-me com cara de Calimero e depois abraçou-me muito, várias vezes sempre com olhinhos de Calimero.
Eu retribui os abraços e dei-lhe mais umas beijocas e sorri para ele.
O meu sorriso dizia-lhe:
Sim eu sei, e eu também te amo!

Tangerina

 

 

Continua...

 

 


publicado por mafalda-momentos às 10:26
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