Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Pontes de Raízes da India

Recebi este mail.

Sei que os mails vão viajando e chegam a quase todo o lado...

Talvez que muitos já o tenham visto. Mesmo assim quis partilhar.

 

Numa altura em que a India é um dos destinos tão procurado para visitar em férias, achei interessante "postá-lo" pois decerto isto não será o que o turista vai encontrar.

O mesmo acontece com o Japão e penso com a maior parte dos países do Oriente, cuja beleza, cultura e vivência são bem diferentes da nossa Europa.

Aqui encontra-se a "Raiz" da Arquitectura e Engenharia de construção de pontes?

É belo e arrepiante. Imaginem só atravessá-las.

No entanto quantas pessoas através dos séculos não o terão feito.

Sabem que sensação me deu?

A magia e a imaginação dos novos filmes de aventuras, mais sofisticados é verdade com as possibilidades de que os cineastas hoje em dia possuem através da ciência do computador, mas pareceu-me encontar por aqui muitas "raízes" de um imaginário inesgotável.

Quantas outras coisas surpreendentes poderíamos encontrar se pudessemos ser um caminhante incessante e errante de todo esse Mundo nosso.

Espero que gostem.

 

Mafalda, 19 de Janeiro de 2010

 

Pontes de Raizes da Índia

Nas profundezas do nordeste da Índia, num dos lugares mais humidos da terra, as pontes não são construídas - estão crescendo.
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Cresceram das raízes de uma seringueira. O povo de Khasis Cherapunjee betel usou troncos de árvores, cortadas ao meio e ocas por dentro, para criar o "sistema-raízes de orientação." Quando chegarem ao outro lado do rio, elas estarão prontas a criar raízes no solo. Dado tempo suficiente, uma robusta ponte viva é produzida.
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As pontes de raízes, algumas das quais com mais de cem metros de comprimento, levaram de dez a quinze anos para se tornarem totalmente funcionais, são extremamente fortes. Algumas podem suportar o peso de 50 ou mais pessoas ao mesmo tempo.

Uma das estruturas de raiz mais original da Cherrapunjee é conhecida como o "Umshiang Double Decker-Root Bridge". É composta de duas pontes uma sobre a outra!
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Porque as pontes estão vivas e ainda estão crescer. Elas realmente ganham força ao longo do tempo, e algumas das pontes raízes antigas, ainda são usadas diariamente pelo povo das aldeias ao redor de Cherrapunjee, podem ter bem mais de 500 anos.
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Mas,  não são estas as únicas pontes construídas a partir de plantas em crescimento. O Japão também tem sua própria forma  de pontes vivas.
 
Estas são as pontes da Vinha Vale de Iya .....
 
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Um dos três "vales escondidos do Japão" , West Iya é do tipo desfiladeiros cheios de neblina, rios claros, e telhados de colmo, o Japão de séculos atrás. Para atravessar o rio Iya, num  vale com terreno  áspero, bandidos, guerreiros e refugiados criou- se algo muito especial -  um tanto instável - a ponte feita de vinhas. 

 


 
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Este é um quadro de 1880 de uma das pontes de videira original.
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Primeiro, duas vinhas Wisteria - uma das mais fortes vinhas conhecidas - foram cultivadas nos extremos, de ambos os lados do rio. Uma vez que as videiras alcançaram comprimento suficiente,  foram entrelaçadas com tábuas para criar uma flexível, durável e, a mais importante obra viva da engenharia de botânica.
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As pontes não tinham laterais, e uma fonte histórica japonesa diz que as pontes de videira originais eram tão instáveis que aqueles que tentavam atravessá-las pela primeira vez, muitas vezes congelavam no lugar, incapazes de prosseguir.

Três dessas pontes permanecem no Vale de Iya. Enquanto algumas pontes (embora aparentemente não todas) foram reforçadas com fio e grades, ainda são angustiantes de atravessar. Mais de 140 metros de comprimento, com  pranchas colocadas de seis a oito centímetros de distância cada e, uma queda medonha até a água, definitivamente, elas não são para acrofóbicos. 

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Acredita-se que as pontes de videira existentes foram primeiramente cultivadas no século 12, o que as tornaria, nos mais antigos exemplos de arquitetura viva  no mundo. 

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publicado por mafalda-momentos às 12:22
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Domingo, 17 de Janeiro de 2010

Minha mana... minha companheira

 

Minha mais querida amiga

Minha mana

Minha companheira de passeios

Por montes e vales

Por rios e cascatas

Por cidades e aldeias

Admirando as cores

Saboreando o espaço.

Minha “mãe”... lembras-te...?

Não te desmanchaste

E eu pasmada pensando

Em verdade minha mãe

Me ensinando, me alertando

Me chamando à razão

Quando de abanões precisei

Minha companheira de risos e lágrimas

De alegria e de desgostos

De afagos e carinhos

De ombro protector, meu conforto.

 

Olho o teu rosto e vejo-te cansada

Olho o teu rosto e vejo-te desanimada                               

Mas para mim  teu rosto é flor viçosa

Que no meu jardim encantado

É papoila, é rosa

É frescura, é  rainha

É destaque na doçura.

 

Obrigada minha mana por

No meu jardim viveres

E assim sempre te poder ter.

 

 

 

Mafalda, 24 de Dezembro de 2009


publicado por mafalda-momentos às 19:22
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Alma solidária... Alma de artista

 

Senti-me tão pequenina...

Respondeste-me com uma frase de Gandhi

 

" Agarra um raio de Sol e desprende-o onde houver noite"

 

É por essas inigualáveis características que tanto te amo e tanto te admiro.

Achei pertinente deixar aqui a expressão do meu apreço.

 

 

 

Alma solidária... alma de artista

 

 

Se o mar imenso secasse

Se o sol ardente arrefecesse

Se a montanha imponente desmoronasse

Nada me admirava tanto

Como olhar e ver-te assim de Pé.

 

No palco da vida, do fundo te ergues

De alma solidária és suporte, apoio, aconchego

De corações em desalinho,

Perdidos algures em mau tempo.

E só, carente, aflita e triste de Pé continuas

Silenciosa, sublime, inconfundível.

 

Tens agora outro palco numa alma de artista

O palco do faz de conta, cenário de ilusões

Da plateia soltam-se aplausos

Ouvem-se murmúrios de apreço

E tu continuas de Pé, segura, brilhante, irresistível.

 

Nada mais me admira tanto

Como olhar e ver-te assim de Pé.

 

 

 

 

 

À minha Mana Bete

Natal de 2009

 

 

 

Mafalda, 24 de Dezembro de 2009

 


publicado por mafalda-momentos às 17:23
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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Partilha de um Tesouro

 

 

Obrigada Libel

 

Finalmente consegui trazer o pedacinho do teu precioso tesouro, ganho pelo mérito da amizade que com palavras e sorrisos conquistas, mas que preferiste distribuir por mais corações, cabendo-me a mim uma parte única de incalculável valor.

Foi difícil, mas por isso mesmo se torna ainda mais delicioso.

Libel, eu só trouxe mesmo um bocadinho!

Não trouxe nada todo... eu não ia fazer uma coisa dessas... deixar-te sem nada!

Estás zangada comigo, mas espera, não fiques irritada!

Se me deixasses explicar...

Pronto, desabafa que eu prometo escutar!

Já está? Vejo que continuas de pé atrás...

Mas agora faz-me um favor. Tem mais um pouco de paciência e ouve o que te vou dizer.

Chega-te aqui ao pé de mim. Vem! Vá lá não continues amuada!

Isso. Assim está melhor.

Agora olha o teu tesouro bem assim de lado. Estás a ver bem?

Encosta-te mais um pouquinho.

Vês? Não é a barra de ouro inteira! Repara, é só uma folhinha muito fininha por sinal.

Estás admirada? Quem o vê de frente... parece inteiro não é? Eu entendo a tua indignação.

Fartei-me de pensar como trazer a minha parte dos pozinhos de purpurina, sem estragar o efeito estético. Que graça teria depois de o repartires com todos nós, propósito de tanta grandeza, ficares com ele todo em pedaços, como se fosse roído?

Assim lembrei-me de cortar apenas uma camadinha o mais fininha possível. Já viste que brilha tanto como se fosse a barra inteira?

Por isso te dizia ao principio que tinha sido difícil mas conseguira finalmente.

Estou mais satisfeita. Já te vejo um brilhozinho nos olhos... ou será reflexo?

Não! Que o teu sorriso não engana. Nada de comparações com o algodão que também não engana... que também é fofinho, mas tu amiga és incomparável!

Que desculpas, que nada! Foi só um mal entendido.

Eu é que agradeço a generosidade da partilha! Quem mais se lembraria de repartir um tesouro?

Vá, dá cá um abraço para selarmos a partilha deste bem que é a nossa amizade. 

E nunca mais te zangues comigo que gosto muito de ti.

 

Mafalda, 12 de Janeiro de 2010

 


publicado por mafalda-momentos às 20:17
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

De manhã ao acordar

 

Ai que bem me sabe abrir os olhos de manhã ao acordar olhar através da janela ver o espaço lá fora o céu azul de nuvens despovoado e o sol nascente espalhado.

Sento-me na cama e por cima dos telhados uma e outra gaivota voam. Parecem brincar. Depois o meu Rio Tejo tão lindo e lá no fundo corre a Ponte Vasco da Gama.

Venho ao outro lado da casa. De contornos bem recortados o espaço marcado da Serra da Arrábida.

Está mais frio? Que importa? Calço umas luvas enrolo-me num cachecol e vou para a rua passear.

Porque o brilho do dia oferece-me uma alma nova.

 

Mafalda, 8 de Janeiro de 2009


publicado por mafalda-momentos às 11:23
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Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

Parabéns Fi

 

Neste Inverno corrente

De dias cinzentos pintado

Uma estrela por si brilhou

O nosso Sol tão amado.

Rompeu sólidas barreiras

E seus reflexos dourados

Sobre o lindo mar espalhou

Pedindo-lhe que sossegasse.

E bem lá no horizonte

Onde o mar se junta ao céu

Viu-o de nuvens salpicado

Quais castelos iluminados...

E com certeza que sonhou.

 

 

..........

 

 

 

Porque hoje é dia de festa

Cantam as nossas almas

Não lhe trouxe um Mazaratti

Mas trago um beijinho de amizade.

 

 

PARABÉNS FIRITA

 

 


publicado por mafalda-momentos às 23:38
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Estrelinha minha

 

 

 

Num coração de menina

Num corpo de mulher guardado

Vive uma pequenina estrela

Que a vida traz imaginada.

Faz da luz sua beleza

Brilha na noite e no dia

Alimenta-se de esperança

Mas treme de ansiedade.

Quando dorme logo renasce

Em santa e doce ingenuidade

Subtilmente, tímida guarda

Segredos, murmúrios sonhados.

Risos, sonhos feitos quimeras tua luz enfeita

Meus passos receosos tua luz ilumina

Em meus silêncios tua luz estremece

Por meu choro tua luz se queda, empalidece.

No escuro te peço mostra-me o caminho

Leva-me onde nunca estive onde nunca vi

Dá-me a paz de uma bela noite estrelada

Ensina-me do oceano o segredo das marés.

Num ondular sonolento de vir e ir

Num piscar de brilho constante

Num risco traçado de estrela cadente

Num desejo pedido em asas voando.

Estrelinha da minha vida

Que em mim vives prisioneira

Um dia prometo hei-de deixar- te ir

Ou peço-te que contigo me guardes.

 

Mafalda, 6 de Janeiro de 2010


publicado por mafalda-momentos às 14:31
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